PSICANALISE E SUA FINALIDADE

A Psicanálise ajuda o indivíduo a achar uma saída para seus conflitos e dando um novo sentido à sua vida. Deitado, numa postura relaxada, o paciente é solicitado a dizer tudo o que lhe vem à mente: experiências, aspirações, esperanças, desejos, angústias, sonhos e fantasias. Escutando o paciente, o psicanalista tenta manter uma atitude de neutralidade, de não-julgamento. O psicanalista só faz comentários, quando verifica uma oportunidade para que o cliente torne consciente os conteúdos reprimidos que precisam ser esclarecidos.

O objetivo da psicanálise é descobrir complexos, desejos, traumas e qualquer conteúdo mental que perturba o equilíbrio emocional do paciente e que se encontra reprimido no inconsciente.

A psicanálise visa a reeducação emocional da pessoa, através da conscientização dos motivos que a levam a ter determinados comportamentos ou sintomas. A psicanáliseconsiste na interpretação do significado inconsciente das palavras, ações eproduções imaginárias (sonhos, fantasias, etc.) de um indivíduo.

Quais os sintomas tratados pela psicanálise?

Sentimento de culpa, medos, complexos, traumas, depressão, estresse, impulsividade, tristeza, dificuldades de relacionamentos, sintomas corporais sem causas especificadas, obsessões, ansiedade, dificuldade de aprendizagem, problemas sexuais, pânico,

transtornos de humor e de personalidade, uso abusivo de álcool e drogas, dentre outros.

Quais os resultados da psicanálise? Autoconhecimento e autocontrole do paciente, melhor qualidade de vida, redução dos sintomas antes vivenciados e mudanças em si mesmo

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Como os traumas emocionais influenciam nossas vidas?

Quando somos traumatizados em qualquer período da vida, o subconsciente nunca esquece. Alguns conseguem produzir amnésia. Assim, não recordam conscientemente do trauma. Mas sempre fica aquela pedrinha pequenininha incomodando no sapato.
É inteligente e saudável permitir que nossas emoções ajudem a combater essa sabotagem, que muitas vezes é criada automaticamente e sem intenção nenhuma. A compreensão do poder da consciência, da organização racional das próprias ideias, expressada no dia-a-dia, minuciosamente e em cada segundo, conduzirá à liberdade e à felicidade completa.

Milhões de pessoas se incluem nas massas humanas como nos rebanhos: sem pensar por si e são escravas da opinião alheia. O Dr. Waldo Vieira, parceiro de Chico Xavier e fundador da Projeciologia, ciência que independe de religiões no estudo da projeção da consciência para fora do corpo, escreveu em seu livro “Nossa Evolução” que “Muitos de nós seguem o que foi dito para fazermos”. Um padrão antigo de programação é o de se comportar. “Comportar-se” significa controlar-se e o controle para o fluxo. Por isso, faça um grande favor a você mesmo: aprenda a expressar suas emoções em vez de escondê-las e evitá-las, a fim de ser mais saudável, mais amoroso, mais rico e atencioso.

É muito importante reconhecer os incidentes do passado, se ocorreu de um ou vários membros da família ter nos ferido emocionalmente ou aconteceu um incidente na escola ou com nosso melhor amigo ou qualquer coisa que nos deu a sensação de insegurança, medo ou irritação. Qualquer evento do passado que nos tenha tocado profundamente atinge nossos corações vulneráveis.

Os traumas emocionais produziram nossa insegurança e medo. Para superá-los, precisamos aprender sobre eles. As emoções também nos ajudam a amadurecer espiritualmente e a crescer. Eu digo sempre “Não há nenhum guerreiro sem guerra”. Infelizmente, ou felizmente, quanto mais dura a estrada, melhor a lição – particularmente para os mais teimosos, como eu.

Quando somos crianças não sabemos lidar com as emoções positivamente. As pessoas que tiveram influência em nossas vidas programaram nossas mentes de uma maneira ou outra, dizendo o que fazer e como fazer. Além disso, na maioria das nossas experiências infantis os amigos da escola às vezes se divertiram com a nossa cara, nos amedrontando ou nos xingando, nos influenciando a pensar, naquela idade, que algo estava errado conosco; nós acreditamos em tudo que diziam naquele período. A mente tem a habilidade de armazenar tudo que experimentamos naquela idade, pondo as sensações provenientes de coisas desagradáveis na caixa chamada subconsciência. Uma vez que passamos as informações desagradáveis ao subconsciente, temos a impressão, no nível consciente, que o sentimento desagradável não está mais lá. Mas nos enganamos redondamente, quando pensamos que evitar o assunto, para não lidar com o sentimento desagradável, nos ajuda. Pelo contrário, esse processo inacabado ajuda a conservar a dor que aqueles incidentes em particular causaram.

Quantas vezes dizemos muito rapidamente ”Não quero falar sobre isso!” quando alguém começa a falar sobre algo que atinge nossa dor emocional passada? É o mesmo que dizer “Não quero tratar da minha emoção relacionada a isso!”. Isto eventualmente vai acarretar resultados negativos se não tratarmos com o mesmo cuidado que temos com qualquer doença física. A solução para o bloqueio emocional é reconhecer a emoção e liberá-la.

A influência das experiências passadas pode ser irremediável caso não tomemos consciência de sua importância.

Como criamos a proteção emocional

Muitos de nós criamos o processo de proteção emocional da seguinte forma:

Decidimos nos “proteger” dos traumas passados.

Jogamos um jogo psicológico entre a subconsciência e a consciência, mandando a dor

do trauma para a subconsciência.

Mantemos a dor emocional desde a infância na subconsciência, (eu a chamo de “caixinha de traumas”) e atuamos como se nada tivesse acontecido e não nos lembramos “conscientemente” do que se passou conosco.

Lembramos só do que queremos e não lembramos e lidamos com sentimentos que deveríamos lidar.

Pensamos que estamos “evitando” o problema.

Continuaremos evitando sentir honestamente para o resto da vida, até nosso físico, espírito e mente começarem a emitir mensagens. Estas mensagens podem vir em forma de doenças, de padrões não desejados, de sonhos, de mau humor inesperado, de raiva desnecessária, de relacionamentos abusivos, frustrantes e desrespeitosos etc. Se não tomamos providência com os sinais mandados, nossos outros corpos começam a se deteriorar e torna-se impossível de obter conexão com o fluxo natural da saúde.

Quando descobrimos isso, nos arrepiamos pois sabíamos da importância positiva que aquela descoberta teria em sua vida dali para frente. Agora sim, poderíamos “trabalhar” naquele trauma com base na raiz do problema e curar, ou melhor, liberar aquele trauma de sua subconsciência e de seu coração para sempre.

A consciência esquece muitas coisas, mas a subconsciência não. E é a subconsciência que nos mantém fazendo as mesmas ações baseadas nos padrões causados pelos bloqueios surgidos na infância. Por isso, muitas vezes não nos damos conta da autodestruição traiçoeira.

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BLOQUEIO EMOCIONAL É DOENÇA

 

 Dois dos transtornos psicológicos que mais estão aumentando entre a população mundial, a depressão e o estresse pós-traumático, estão disparando também os casos de pessoas que são incapazes tanto de manifestar suas emoções com as palavras e seu corpo, como de diferenciá-las e expressá-las. Muitas das pessoas chamadas frias ou racionais, de fato sofrem alexitimia, uma espécie de analfabetismo emocional.

Segundo os especialistas, ambos os transtornos atuam como desencadeantes da denominada emotividade plana, um problema que também pode originar-se em certas lesões ou disfunções cerebrais, em transtornos psiquiátricos como a esquizofrenia, ou em uma aprendizagem deficiente da expressão dos sentimentos na infância e adolescência, no seio familiar.
São indivíduos com dificuldades para identificar e descrever os sentimentos próprios e alheios, que raras vezes choram, mas quando o fazem seu pranto é intenso, e que não distinguem sensações corporais como a fome, das emocionais, como a moléstia na região abdominal que produz a ansiedade.

A eles lhes custa muito diferenciar o que sentem, se raiva, temor ou ansiedade e os descrevem mediante expressões gerais: dizem que estão “bem” ou “mal”, sem poder diferenciar emoções como alegria, tristeza, cansaço, irritabilidade ou nervosismo. 
Também não podem interpretar as emoções que lhe rodeiam, o que lhes impede reagir ante os sentimentos alheios, assim como sentir empatia, ou seja, colocar-se no lugar do outro.

Costumam ir ao médico por supostas dores físicas ou disfunções, que de fato obedecem a estados emocionais.

Raras vezes empregam o contato físico para se aproximar a alguém que está expressando um sentimento intenso, porque não sabe como agir e não entende o que o outro necessita nesse momento: um abraço, uma carícia de afeto, uma palavra amável.

Seja como for, a incapacidade de expressar as emoções, uma desordem que sofrem em distinto grau uma de cada 10 pessoas, empobrece a vida, as relações e a saúde, de diversas formas.

A impossibilidade de verbalizar e abordar os conflitos psicológicos, como a morte de um familiar, uma demissão ou um divórcio, faz com que a pessoa somatize favorecendo desde as úlceras e gastrite, até as artrites reumatóides, o lupus, a vasculitis ou a nefrites. Assim, o alexitímico responde a situação através de manifestações de seu corpo, ao em vez de com palavras.

Além disso, a falta de expressão emocional foi relacionada com as toxicomanias e transtornos alimentícios, como a anorexia e a bulimia, por sua vez dificulta a convivência e é a origem de muitos conflitos e rupturas conjugais. A pessoa fria, não compreende o que acontece a seus familiares, nem pode manter vínculos próximos ou amizades profundas.
Uma psicoterapia breve, de 4 a 6 meses de duração, com uma abordagem verbal adaptada à falta de expressividade destes pacientes e acompanhada de exercícios de relaxamento e/ou de um tratamento ocupacional, costuma ser propícia para tratar a alexitimia.

 

Treinamento emocional

De todos modos, segundo explica à EFE-Reportagens a psicóloga clínica Laura García Agustín “o tratamento é difícil porque o afetado não é consciente do problema e só vai á consulta se lhe pedem; é difícil ajudar-lhe a reconhecer e expressar suas emoções sem que o tenha feito desde menino, após haver passado a maior parte de sua vida sem vivências emocionais”.

Embora não se pode compensar a falta de aprendizagem emocional desde a infância, com treino pode ensinar-se à pessoa que busque elementos que lhe ajudem a diferenciar suas emoções e expressá-las de modo básico. 
“Quanto mais detalhado seja o reconhecimento de suas emoções que desenvolva uma pessoa, maior será sua capacidade de ser feliz e funcionar bem em sociedade”, afirma Laura García Agustín.

Para aprender a expressar as emoções, a psicóloga aconselha dedicar tempo e empenho a tratar de identificar o que sente, tratando de descrevê-lo com palavras.

Para isso, é preciso empregar os adjetivos que ajudem a descrever para dar maior significado ao que se diz: observe que para descrever uma raiva intensa usa uma expressão genérica como “estou mal”, trate de utilizar frases como “me sinto como um cachorro raivoso”, “é como se me tivessem cravado uma faca” ou “é como se me comessem interiormente”.

Também é útil fixar-se em como as outras pessoas descrevem suas emoções, que expressões utilizam, como se comportam, como reagem e perguntar-lhes que é o que sentem.

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BLOQUEIO FRUSTRAÇÃO OU TRAUMA

De tanto ter a confiança traída, criamos um escudo permanente, este que não te faz enxergar detalhes e nem se relacionar com qualquer pessoa.
Te faz um bloqueio, você gosta, mas você não gosta como deveria gostar.
Começa a pensar se tal pessoa goste tanto ter a confiança traída, criamos um escudo permanente, este que não te faz enxergar detalhes e nem se relacionar com qualquer pessoa.

Te faz um bloqueio, você gosta, mas você não gosta como deveria gostar.

Começa a pensar se tal pessoa gosta tanto quanto você gosta dela.

E se gosta, você começa a gosta de um jeito a mais, você sofre por antecedência, porque não gostaria de ta gostando.

Seu medo é maior do que seu gostar, e cada vez mais seu relacionamento te abala.

É nesta parte que você começa a pensar, se deve gostar ou deixar de gosta tanto quanto você gosta dela.
E se gosta, você começa a gosta de um jeito a mais, você sofre por antecedência, porque não gostaria de ta gostando.
Seu medo é maior do que seu gostar, e cada vez mais seu relacionamento te abala.
É nesta parte que você começa a pensar, se deve gostar ou deixar de gosta.De tanto ter a confiança traída, criamos um escudo permanente, este que não te faz enxergar detalhes e nem se relacionar com qualquer pessoa.
Te faz um bloqueio, você gosta, mas você não gosta como deveria gostar.
Começa a pensar se tal pessoa gosta tanto quanto você gosta dela.
E se gosta, você começa a gosta de um jeito a mais, você sofre por antecedência, porque não gostaria de ta gostando.
Seu medo é maior do que seu gostar, e cada vez mais seu relacionamento te abala.
É nesta parte que você começa a pensar, se deve gostar ou deixar de gosta.De tanto ter a confiança traída, criamos um escudo permanente, este que não te faz enxergar detalhes e nem se relacionar com qualquer pessoa.
Te faz um bloqueio, você gosta, mas você não gosta como deveria gostar.
Começa a pensar se tal pessoa gosta tanto quanto você gosta dela.
E se gosta, você começa a gosta de um jeito a mais, você sofre por antecedência, porque não gostaria de ta gostando.
Seu medo é maior do que seu gostar, e cada vez mais seu relacionamento te abala.
É nesta parte que você começa a pensar, se deve gostar ou deixar de gosta.De tanto ter a confiança traída, criamos um escudo permanente, este que não te faz enxergar detalhes e nem se relacionar com qualquer pessoa.
Te faz um bloqueio, você gosta, mas você não gosta como deveria gostar.
Começa a pensar se tal pessoa gosta tanto quanto você gosta dela.
E se gosta, você começa a gosta de um jeito a mais, você sofre por antecedência, porque não gostaria de ta gostando.
Seu medo é maior do que seu gostar, e cada vez mais seu relacionamento te abala.
É nesta parte que você começa a pensar, se deve gostar ou deixar de gosta.Começa a colocar na balança os pós e os contras, e definir o que é melhor pra vc. Se vc se entrega, ou se vc se esconde atraz do escudo.
Então, o escudo, fica na sua mente te dizendo sempre que vc não deve. O impressionante é que ele nunca diz que vc deve.
A opinião dele é sempre negativa, porque seu medo de ser traida, é maior do que seu sentimento de gosta.
Vc começa a dar mancadas com a pessoa que vc gosta, porque vc não deixa ela perceber o quanto vc a gosta.
Começa achar que vc já não gosta tanto dela assim, e começa a se distânciar.

Demonstre confiança própria, se ama mais do que ama outras pessoas.
Mostra sua capacidade de entendimento e de relacionamento, seja feliz sozinho, pra depois querer a felicidade junto com outra pessoa, seja independente, crie uma auto-confinça.
Seja você.
Esses são atributos que se você tiver, vc irá conseguir sair de qualquer traição com a cabeça erguida, superando tudo.
O principal é saber que, se vc não quer que faça com vc, não faça com os outros.
E como dizem se dá ao respeito para ter respeito.
Não adianta nada, vc viver com um bloqueio sentimental, achando que todos vão te trair se vc trai a todos.
Neste mundo tudo é recipro, se vc faz mal a alguém, alguém irá te fazer mal.

A Felicidade é provêniente dos seus atos, ninguém irá te fazer feliz. A decisão de ser ou não feliz, é sua, cabe a você decidir.
Ser feliz é levar a vida a um patamar estratégico, rico em sabedoria, trazendo a você mesmo um desejo de realizar seus sonhos, de conquistar amizades de criar realacionamentos com base ao respeito e confiança mutua.
Não trará a felicidade a quem sofre por antecipação.
Ter paciência é um don de Deus.
Ser honesto nos seus atos, traz a vc a tranquilidade em que todos procura.
Cada um tem suas idéias, e cada cabeça sua senteça, concerteza já ouviram essa, é a mais pura verdade.
Cada um sabe o que faz, e não adianta julgar o próximo se vc não tem autoridade pra julgar a si mesmo.
Se cada um fazer aquilo que queira pra si, não haverá traições, mentiras, escorregadas. Não haveria desilusões.

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BLOQUEIO INTERIOR

Bloqueio Sentimental Frustração e Trauma.

É quando uma pessoa não se permite que os seus sentimentos fluam com naturalidade. À isso a psicologia chama de, a grosso modo, “bloqueio sentimental”.

Em geral, tal bloqueio é ocasionado por alguma situação na qual houve uma frustração. Isso ocasiona medo e, por conseguinte, detrimento sentimental.
O Sentimento é uma das mais importantes sensações do Ser Humano.
Amor
Ódio
Alegria
Tristeza
Angústia
Depressão
Tédio
etc…

E para ter uma idéia melhor ou até poder avaliar a MÉDIA de TOM EMOCIONAL de uma PESSOA a Terapia de DIANÉTICA tem esta consideração:

TOM EMOCIONAL (escala decrescente)
01. Serenidade
02. Entusiasmo em tudo
03. Nenhum queixa, sempre animada
04. Conservadora, como a maioria das pessoas em queixas.
05. Normal para muitos, alguns altos e baixos.
06. Sem muito interesse nas coisas, sem auto-estima.
07. Com Raiva de muitas coisas, dando broncas
08. Ansiosa , a maior parte do tempo preocupada, estressada.
09. Depressiva, sem esperança de solução de vida, em baixa confiança.
10. Crítica, se colocando como vítima e culpando tudo e todos, sem irritação.
11. Antagonismo encoberto – soltando piadas sarcásticas para prejudicar alguém.
12. Antagonismo – sendo contra tudo e todos, achando ser a vítima. Ódio.
13. Apatia – não tendo mais ânimo para nada, nem para reclamar.

O Tom Emocional está diretamente ligado à questão de Transtornos Mentais e as questões comportamentais são efeitos da Mente.
Os BLOQUEIOS podem ser vivenciais ou comportamentais, mas a CAUSA é notadamente um trauma subconsciente.
Quando uma pessoa está com bloqueios, não é simplesmente por ter tido alguma decepção, traição, perda, fracasso, pois está impedida de sentimentos, não apenas no amor como muitos pensam, mas em diversos tons emocionais e a respeito de muitos PERCÉPTICOS, pois tais bloqueios também afetam outras sensações ou percepções. (audição, olfato, paladar, movimentos etc…)

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